O Google possui 45 contas no Twitter

Responda rápido: por que uma empresa de internet com um buzilhão de dólares em caixa utilizaria tanto um serviço de terceiros e ainda o promoveria em seu blog oficial?

Google e Twitter

Google e Twitter

Bom, é isso o que o Google acaba de fazer, divulgando que possui hoje nada mais nada menos que 45 (!) contas diferentes no Twitter.

Apesar de o rumor da aquisição já ter vindo, ido e ter sido negado, se o Google tem mesmo esse objetivo, ficar comentando assim só aumentará o valor que terá que pagar pelo serviço. Não faz muito sentido, ao meu ver.

Confira a lista completa (que ainda poderá ser ampliada):

twitter.com/Google – our central account
twitter.com/Blogger – for Blogger fans
twitter.com/GoogleCalendar – user tips & updates
twitter.com/GoogleImages – news, tips, tricks on our visual image search
twitter.com/GoogleNews – latest headlines via Google News
twitter.com/GoogleReader – from our feed reader team
twitter.com/iGoogle – news & notes from Google’s personalized homepage
twitter.com/GoogleStudents – news of interest to students using Google
twitter.com/YouTube – for YouTube fans
twitter.com/YouTubeES – en Espanol
twitter.com/GoogleAtWork – solutions for IT and workplace productivity

Geo-related
twitter.com/SketchUp – Google SketchUp news
twitter.com/3DWH – SketchUp’s 3D Warehouse
twitter.com/Modelyourtown – 3D modeling to build your favorite places
twitter.com/EarthOutreach – Earth & Maps tools for nonprofits & orgs
twitter.com/GoogleMaps – uses, tips, mashups
twitter.com/GoogleSkyMap -Android app for the night sky

Ads-related
twitter.com/AdSense – for online publishers
twitter.com/AdWordsHelper – looking out for AdWords questions and tech issues
twitter.com/AdWordsProSarah – Google Guide for AdWords Help Forum
twitter.com/GoogleAnalytics – insights for website effectiveness
twitter.com/GoogleAdBuilder – re building display ads
twitter.com/GoogleRetail – for retail advertisers
twitter.com/TechnologyUK – for U.K. tech advertisers
twitter.com/InsideAdWordsDE – for German AdWords customers
twitter.com/GoogleAgencyDE – for German ad agencies
twitter.com/AdSensePT – info for Portuguese-language publishers
twitter.com/AdWordsRussia – AdWords news & tips in Russian
twitter.com/DentroDeAdWords – Spanish updates from the Inside AdWords blog
twitter.com/AdWordsAPI – AdWords API tips

Developer & Technical
twitter.com/GoogleResearch – from our research scientists
twitter.com/GoogleWMC – Google Webmaster Central
twitter.com/GoogleCode – latest updates for Google developer products
twitter.com/GoogleData – Data APIs provide a standard protocol for reading and writing web data
twitter.com/app_engine – web apps run on Google infrastructure
twitter.com/DataLiberation – our initiative for complete import/export of all data
twitter.com/GoogleMapsAPI – about using Google Maps embedded in websites
twitter.com/GoogleIO – Google’s largest annual developer event

Culture, People
twitter.com/googletalks – notes from our @Google speaker series
twitter.com/googlejobs – the voice of Google recruiters

Country or Region
twitter.com/googlearabia – news from the Google Arabia Blog
twitter.com/googledownunder – Google activities in Australia & New Zealand
twitter.com/GoogleDE – Google in Germany
twitter.com/GoogleLatAm – Latin America (en Espanol)
twitter.com/GooglePolicyIt – Notes on Google policy issues in Italy

Que coisa não.

Fonte: UOL

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O Windows precisa de fraldas

Joy of Tech: o Windows precisa de fraldas

Fonte: Uol

Propaganda ou Span?

Fernand Alphen diretor de Branding, Planejamento e Pesquisa da F/Nazca S&S, escreveu um texto sobre limites da propaganda.

A propaganda é baseada em um princípio sagrado, o da tolerância.

Trata-se de uma espécie de toma-lá-dá-cá.

“Aceito ser impactado por algo que não quero, em troca de algo que quero”.

Simples assim.

É baseadas nesse princípio que funcionam quase todas as mídias: a TV aberta e o rádio, por exemplo.

A internet também.

Os outros meios, como a TV por assinatura, o jornal e a revista, embora não sejam gratuitos, são tolerados porque o valor pago parece irrisório quando comparado aos benefícios oferecidos.

No entanto, quando o valor pago pelo serviço solicitado ou desejado parece desproporcional à mensagem “não desejada”, a propaganda é intolerável.

É o que acontece, lamentavelmente, com quase toda propaganda chamada “below the line”, eufemismo publicitário para qualificar a propaganda invasiva, como a propaganda veiculada em aviões, o que vem sendo praticado de forma pornográfica por algumas companhias aéreas.

É propaganda na mesinha, no encosto do assento, e, suprassumo do mercantilismo selvagem, nos lanches patrocinados.

É mais uma vez uma questão de proporção: passagem aérea não é algo irrisório quando comparada ao bombardeio publicitário a que deve se sujeitar o passageiro.

O mesmo acontece com a prostituição visual da mídia exterior gratuita que, sorte nossa, está sendo banida das nossas retinas (exceção dada aos relógios, pontos de ônibus, sinalização e outros mobiliários).

O que falar então da festejada mídia indoor, dos monitores mudos dos ônibus urbanos, dos malhos feios nos shopping centers, dos mictórios decorados com televisão de plasma?

Promiscuidade comercial e vulgarização do tempo.

Lamentavelmente, muita gente ainda defende a propaganda da forma mais selvagem possível: a efetividade é proporcional tão somente ao impacto visual e sonoro.

Qual o limite da propaganda.

Qual o limite da propaganda.

Para esse tipo de troglodita, é o tamanho da voz que determina o resultado.

E pouco importa se a voz está gritando, poluindo, estressando ou insultando. É a lei bruta do mais forte ou do mais esperto.

A lei da exploração safada da fragilidade alheia: que alternativa nos resta a não ser ler que uma marca de carro está lançando um modelo novo, uma empresa de consultoria é a melhor do mundo e a sopa de saquinho é feita de improváveis ingredientes naturais?

Mas há outro tipo de propaganda.

É aquela admite que, embora por vezes haja tolerância, mesmo assim a invasão precisa ser compensada.

É aquela que sabe que a mensagem deve servir antes àqueles que irão consumi-la e depois àqueles que a financiam.

É aquela que entende que propaganda pode ser conteúdo, pode ter um sentido para além do tamanho da voz e da simplória informação: é a propaganda que diverte e emociona sem precisar lustrar o umbigo da marca.

Quando ela consegue isso, então ela assume uma dimensão cultural, ela é referência e inspiração.

Essa transcendência além de responsabilidade, engendra um potencial comercial muito mais rentável porque a mensagem incorpora a linguagem comum e as mentalidades.

Aí sim pode se falar de “investimento” e não “despesa” publicitária.

Propaganda pode ser muito mais do que egotrip e gozo autoprovocado.

Quando o desserviço é tal, quando a propaganda masturba a marca, ou o marketing ou o publicitário que a cria, dá muita vontade de proibir ou sabotar.

[Webinsider]

Fonte: UOL