“1 milhão de girafas” ou uma desculpa para brincar com seus filhos e netos

Acesse:

http://www.blog.foxcursos.com.br/?p=1483

Estudo relaciona celular e tumores cerebrais

Confira:

http://www.blog.foxcursos.com.br/?p=1479

Exclusivo: Celular projetado especialmente para brasileiros

Confira:

http://www.blog.foxcursos.com.br/?p=1477

iPhone 10G será possivel com computação quântica

Acesse:

http://www.blog.foxcursos.com.br/?p=1474

Microsoft tenta te subornar para utilizares o Bing

Acesse:

http://www.blog.foxcursos.com.br/?p=1472

"1 milhão de girafas" ou uma desculpa para brincar com seus filhos e netos

O que devria ser apenas um aposta entre dois amigos noruegueses feita há pouco mais de dois meses se transformou em um fenômeno de internet que já reuniu mais de 165 mil colaborações de pelo menos 174 países.

Um web designer da Noruega, Ola Helland, fundou um site (www.onemilliongiraffes.com) no qual pede que as pessoas coloquem suas fotos de girafas.

E vale de tudo: desenhos rabiscados, aquarelas elaboradas, esculturas com lego, com pedras, com galhos e até com alimentos.

Helland só não aceita fotos de girafas compradas em lojas ou desenhadas pelo computador, pois, segundo ele, seria “fácil demais”.

O site One Million Giraffes começou com uma conversa entre Helland, que trabalha em um jornal de Stavanger, e seu amigo Jorgen, tarde da noite, na qual Helland afirmou que, com a internet “tudo é possível” e que “não há mais limites” e que poderia, facilmente, “conseguir um milhão de qualquer coisa se quisesse”.

“Jorgen não concordou comigo e disse que eu não conseguiria um milhão de girafas.

Então, fizemos uma aposta”, afirmou em entrevista à BBC Brasil.

“Jorgen estabeleceu um prazo até o final do próximo ano e o critério de que as girafas podem ser feitas de qualquer jeito e forma, exceto pelo computador.”

Helland conta que, dois dias depois da aposta ele colocou a página no ar “quase como uma piada, só para brincar com a ideia”.

“Coloquei o link na minha página no Facebook e no Twitter pensando que iria conseguir entre dez e 15 girafas de meus amigos e então tudo acabaria.

Saí para o almoço e, quando voltei, já tinha 60 girafas.

No fim do dia já tinha 134.”

“Comecei a perceber que tinha começado algo que, imediatamente, perdi o controle”, acrescentou.

O web designer afirma que a página se transformou em algo muito maior do que apenas uma aposta com o amigo.

“Se transformou em uma forma de espalhar alegria e fazer com que as pessoas desliguem a televisão e criem algo real.

Algo que elas podem tocar e sentir”, disse.

“É surpreendente que pessoas literalmente do mundo todo estão sendo criativas e fazendo girafas só por minha causa.”

Helland afirma que, em menos de 70 dias pessoas de 174 países visitaram o site e a página já ultrapassou 1,5 milhões de visitas.

Além disso, o web designer também afirma que está recebendo muitos emails de pais e avós que contam como eles se reuniram com filhos e netos e brincaram com lápis e outros materiais durante horas para fazer as girafas.

Opinião da equipe FOX: Não espere uma desculpa para curtir alguns minutos ao lado de seus entes queridos, a vida corrida dos últimos dias não nos permite mias viver.

Se precisar de um incentivo, use a girafa, mas não pare ai, faça um cavalo, um boi, um camelo, um urso panda, um peixe.

BBC Brasil

Site: Girafas

União Européia bane lâmpadas incandescentes

A partir de setembro, as lâmpadas incandescentes de 100W não poderão mais ser vendidas nos países membros da União Européia.

A medida é parte do projeto que pretende banir, em até três anos, o uso das lâmpadas quentes no bloco.

A multa para os comerciantes que importarem os produtos é de € 5,5 mil, o equivalente a R$ 15 mil.

No entanto, os lojistas poderão vender os produtos até acabarem seus estoques.

Muitos europeus, contrários a proibição, começaram a estocar em casa as lâmpadas, o que gerou aumento das vendas.

Em apenas seis meses o crescimento foi de 34%.

A medida foi aprovada em dezembro do ano passado e tem como objetivo conscientizar a população a usar equipamentos que consumam menos energia e agridam menos o ambiente.

As lâmpadas fluorescentes gastam 80% menos de energia e têm vida útil até dez vezes maior.

A medida prevê que cerca de um milhão de toneladas de CO2 deixem de ser emitidos na atmosfera até 2020.

Fonte: Olhar Digital

Estudo relaciona celular a tumores cerebrais

Apresentado pelo International EMF Collaborative, o relatório de 37 páginas vem uma vez mais alertar para os possíveis efeitos de uma exposição excessiva às emissões electromagnéticas dos telemóveis.

O novo relatório foi realizado por 43 cientistas de mais de uma dezena de países e aponta 15 razões para a comunidade científica se preocupar em relação a esta temática.

Citado pelo portal Computerworld, um dos autores do estudo, Lloyd Morgan, afirma que, os telemóveis podem ser utilizados apropriadamente e têm alguma utilidade, mas temo que vamos ver um tsunami de tumores cerebrais, apesar de ainda ser demasiado cedo para ver a curto prazo, dado que os tumores têm um período de latência de 30 anos.

Uma das principais fontes do relatório foi um estudo apresentado em Maio de 2009 na Suécia, que concluiu que quem começa a utilizar telemóveis ou dispositivos sem fios ainda durante a adolescência tem um risco superior a 420 por cento de vir a ter um tumor cerebral.

Este risco aumenta consoante o período de tempo em que os aparelhos estão encostados à cabeça do utilizador, defendem os autores do estudo.

No mesmo relatório, são apresentadas algumas dicas para evitar a exposição às radiações emitidas pelos telemóveis: desde optar por mandar mensagens em vez de realizar tantas chamadas até à redução do número de chamada feitas em veículos em movimento, pois quanto mais longe o telemóvel está de uma antena, mais radiação emite.

Para os pais de crianças e jovens, os autores do estudo aconselham a não deixarem o telemóvel ligado debaixo da almofada quando estão a dormir ou proibiram a utilização de telemóvel a não ser em situações de emergência.

Querodica

Exclusivo: Celular projetado especialmente para brasileiros

Uma câmera de 2MP, sem 3G, sem Wi-Fi, sem GPS ou touchscreen.

Esse é o Motocubo, lançado com toda pompa mundialmente pela Motorola essa seman em São Paulo.

E é nesse celular bem limitado que a empresa que precisa se reinventar aposta muitas fichas.

Vai dar certo?

Por R$ 549, desbloqueado, com uma interface incrivelmente amigável para redes sociais, truques para usar o mínimo de banda possível e teclado QWERTY, há uma boa chance de isso ser um sucesso.

Porque, amiguinhos, estamos no Brasil.

E às vezes faz bem olhar o que o público quer e está consumindo.

A grande sacada do Motocubo (que é outro poliedro, mas não um cubo) é melhorar a interface do usuário.

Ele roda no OS proprietário da Motorola e tem botões dedicados ao SMS ou ao browser (o Opera pré-instalado).

Aparentemente tudo foi pensado para que a pessoa dê o mínimo de cliques possíveis para conseguir o que quer.

Gizmodo

Microsoft tenta te subornar para utilizares o Bing

Bing quer desesperadamente que você o ame.

Ele entende que você nestes tempos de gripe suína e crise global, você tem certas vulnerabilidades que talvez valesse a pena explorar: as vulnerabilidades que se escondem na área em torno do seu bolso.

Portanto, a Microsoft lançou seu primeiro anúncio de TV para Cashback, um sistema engenhoso que lhe dá um pouco de dinheiro quando você compra algo vital – como tênis ou uma câmera – através de uma pesquisa Bing.

Parece como um descarado suborno esplendidamente comercial.

Ao invés de investir como motor de busca, a Microsoft, com seu Bing, tenta objetivos mais elevados.

Realmente não é suficiente para produzir um anúncio que poderia ter sido o trabalho da JC Penney ou Kmart em um de seus momentos mais embaraços.

Suborno deve ser atraente, não apenas uma solução de todos os dias para um problema chato.

Ainda assim, você sabe que mesmo com esta execução, não vai ser difícil para algumas pessoas decidir que binging para sua ceia é melhor do que cantar para ele.

Quer assistir TV, do seu Celular?

http://www.blog.foxcursos.com.br/?p=1443

A Internet já tem seu idioma oficial

http://www.blog.foxcursos.com.br/?p=1468

A evolução das redes sociais

A evolução das redes sociais

A Internet já tem seu idioma oficial

A internet permitiu que, pela primeira vez na história, se tornasse possível manter um arquivo universal do conhecimento e da produção cultural de nossa espécie.

Mas para o filósofo francês Pierre Lévy, esse poder já começa a mostrar limitações, e é hora de promover uma “recauchutagem” na estrutura da rede.

A evolução das Redes Sociais

A evolução das Redes Sociais

Mas para transformar a web em uma máquina capaz de identificar a verdadeira inteligência coletiva, no entanto, Lévy prevê dois grandes desafios: a ausência de profissionais habilitados para trabalharem na organização das informações, e a necessidade da adoção de um padrão para a chamada “web semântica” – que permitirá que todo o conhecimento seja coordenado automaticamente por conceitos, e não mais simplesmente pelos links entre documentos.

A evolução proposta por Lévy – dono de uma bibliografia extensa sobre cibercultura e sobre a relação entre o virtual e o real – passa pela criação de regras para a organização das informações.

Para isso, o filósofo desenvolveu uma linguagem universal capaz de compreender as ideias expressas em qualquer idioma e que, ao mesmo tempo, pode ser processada por computadores.

“Isso significaria o fim da fragmentação da informação, atualmente dividida por conta de barreiras de linguagem e escolhas diversas de sistemas de organização”, afirma Lévy, em entrevista ao G1.

O projeto coordenado pelo francês é desenvolvido por um grupo de pesquisadores na Universidade de Ottawa, no Canadá.

A IEML (sigla em inglês para “metalinguagem da economia da informação”) é completamente artificial, e segue, nas palavras de Lévy, “regras bastante estritas”.

Conceitos universais são codificados utilizando sequências de seis símbolos com significados primitivos: o código *E:**, por exemplo, significa “vazio”.

Os símbolos são organizados em grupos de três, e cada “camada” de informação reúne três grupos anteriores.

Termos utilizados constantemente ganham abreviações, o que facilita a criação de frases.

“Você está lendo um documento e identifica que ele trata sobre os conceitos ‘x’, ‘y’ e ‘z’.

O computador será capaz de identificar que este documento está ligado a outros, e ajudará a filtrar, navegar e expandir seu acesso a conhecimentos correlatos”, afirma Lévy.

Ciências como psicologia, economia e sociologia seriam as maiores beneficiadas com a adoção deste código universal.

Lévy acredita que as ciências humanas viverão, na próxima geração, uma revolução semelhante à que impulsionou os estudos naturais com a invenção da prensa rotativa por Johannes Gutenberg, no século XV.

“Hoje em dia, todos os dados sobre o comportamento humano podem ser reunidos no ciberespaço, o único problema é que ainda não temos a capacidade de explorar essas informações”, explica o francês.

“Se alguém escreve um blog em chinês, eu não consigo ler, você não consegue ler e os programas de tradução automática, como do Google, não são muito bons. Portanto, não há comunicação”.

Mas há barreiras – reconhecidas pelo próprio criador – para transformar esse “Esperanto eletrônico” em realidade.

Há outros projetos que pretendem ocupar essa “quarta camada” da internet (ver infográfico abaixo), alguns deles inclusive apoiados pelo próprio inventor da web, o engenheiro britânico Tim Berners-Lee.

“Talvez não seja a língua que eu criei que será a base dessa revolução científica, mas haverá (na web do futuro) algo nesses moldes”, diz Lévy.

Onde os eletrônicos vão morrer (e matar)

A estudante Paloma Ferrarini trocou de celular , atividade banal para os 39 milhões de brasileiros que fazem isso todo ano. Modelo novo na mão, não teve dúvida: jogou o velho no lixo. Isoladamente, é uma gota num oceano. O problema é o tamanho e a toxicidade que esse oceano vem ganhando. No mundo, a cada ano, 1,5 bilhão de celulares são substituídos.
Resultado: a montanha de lixo eletrônico – ou e-waste – aumenta em 50 milhões de toneladas. É descarte suficiente para carregar uma composição de vagões de trem capaz de abraçar o planeta na altura do Equador. Nos próximos três anos, o “abraço” vai ficar ainda mais caloroso, pois, segundo a ONU, o número deve subir para 150 milhões de toneladas anuais.
Maiores produtores mundiais de e-waste, EUA, Europa e Japão reciclam só 30% do seu lixo eletrônico . O restante é exportado para nações pobres. A justificativa: o refugo estimularia a inclusão digital. A estratégia evita gastos com reciclagem e dribla a legislação ambiental do Primeiro Mundo. Outro objetivo da manobra é escapar da Convenção de Basiléia, assinada por 166 nações (os EUA ficaram de fora), que proíbe os países industrializados de exportar e-waste para as nações da periferia econômica global.
Os principais destinos dessa pilha inútil são a China, alguns países da África, a Índia e o Paquistão, que recebem cerca de 500 contêineres mensais. O Greenpeace diz que a desova inclui outros destinatários, como Chile, Argentina e Brasil. Entre as soluções disponíveis, a reciclagem é a mais inteligente. E a recompensa é boa. Há mais ouro em 1 tonelada de PCs do que em 17 toneladas de minério. Mas, para extraí-lo, muita gente se intoxica e morre no processo. Veja o tamanho do problema.

A estudante Paloma Ferrarini trocou de celular , atividade banal para os 39 milhões de brasileiros que fazem isso todo ano.

Modelo novo na mão, não teve dúvida: jogou o velho no lixo.

Isoladamente, é uma gota num oceano.

O problema é o tamanho e a toxicidade que esse oceano vem ganhando.

No mundo, a cada ano, 1,5 bilhão de celulares são substituídos.

Resultado: a montanha de lixo eletrônico – ou e-waste – aumenta em 50 milhões de toneladas.

É descarte suficiente para carregar uma composição de vagões de trem capaz de abraçar o planeta na altura do Equador.

Nos próximos três anos, o “abraço” vai ficar ainda mais caloroso, pois, segundo a ONU, o número deve subir para 150 milhões de toneladas anuais.

Maiores produtores mundiais de e-waste, EUA, Europa e Japão reciclam só 30% do seu lixo eletrônico .

O restante é exportado para nações pobres. A justificativa: o refugo estimularia a inclusão digital.

A estratégia evita gastos com reciclagem e dribla a legislação ambiental do Primeiro Mundo.

Outro objetivo da manobra é escapar da Convenção de Basiléia, assinada por 166 nações (os EUA ficaram de fora), que proíbe os países industrializados de exportar e-waste para as nações da periferia econômica global.

Os principais destinos dessa pilha inútil são a China, alguns países da África, a Índia e o Paquistão, que recebem cerca de 500 contêineres mensais.

O Greenpeace diz que a desova inclui outros destinatários, como Chile, Argentina e Brasil.

Entre as soluções disponíveis, a reciclagem é a mais inteligente.

E a recompensa é boa.

Há mais ouro em 1 tonelada de PCs do que em 17 toneladas de minério.

Mas, para extraí-lo, muita gente se intoxica e morre no processo.

Veja o tamanho do problema.

AS PRINCIPAIS ROTAS

Ao se livrarem das suas toneladas de lixo eletrônico, os países desenvolvidos empurram para o Terceiro Mundo uma pilha que, na maioria dos casos, será manipulada sem proteção ou controle por famílias pobres, incluindo crianças.

Além de intoxicar as pessoas, os resíduos acabam contaminando o ar, o solo e os veios de água.

MONTANHA DE LIXO ELETRÔNICO NO MUNDO

A produção anual de dejetos deve triplicar nos próximos anos (em toneladas)

BRASIL

A reciclagem eletrônica não chega a 1%, e uma das razões é a falta de leis.

O que há é uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente obrigando as empresas a reciclar pilhas e baterias

DO QUE É FORMADO

PCs e celulares são as estrelas, mas a pilha de e-waste vai além.

PRODUÇÃO CASEIRA

Em vez de lixo importado, o problema é o gerado no próprio País.

E A PILHA SÓ CRESCE

>>> Pelo menos 130 milhões de computadores são vendidos no mundo todos os anos

>>> De 2005 a 2010, 1 bilhão de PCs serão descartados mundialmente

EM 2008 FORAM GERADAS 149,2 MIL TONELADAS DE LIXO ELETRÔNICO NO BRASIL

POUCOS ESTADOS* POSSUEM PONTOS PARA A RECICLAGEM DE ELETRÔNICOS: (EM UNIDADES DE TRATAMENTO)

NO FINAL DO ANO PASSADO, HAVIA 3,3 BILHÕES DE CELULARES EM OPERAÇÃO NO MUNDO

Um para cada dois habitantes do planeta

COMPOSIÇÃO Plásticos 30,2%
Óxidos refratários 30,2%
Cobre 20,1%
Ferro 8,1%
Lata 4%
Alumínio 2%
Níquel 2%
Chumbo 2%
Outros 1,4%

ONDE DAR UM FIM DIGNO À SUA MÁQUINA

COMITÊ PARA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMÁTICA (CDI)

ONG pioneira em inclusão digital na América Latina, recolhe anualmente cerca de 5 mil computadores usados para programas de inclusão digital (www.cdi.org.br)

PROJETO METARECICLAGEM

Com apoio da CDI de Florianópolis, orienta a população sobre como recolher, tratar, reciclar e reaproveitar esses materiais

MUSEU DO COMPUTADOR

Recebe PCs, impressoras, videogames, disquetes, máquinas de calcular e outros eletroeletrônicos para compor o acervo e usar a sucata em oficinas de arte (www.museudocomputador.com.br).

CASAS ANDRÉ LUIZ

Aceita qualquer eletroeletrônico, esteja ou não funcionando, e o recolhe gratuitamente – 0800-773-4066 (www.andreluiz.org.br).

Fonte: Galilleu