BITCOINS – A moeda virtual ou o dinheiro do futuro

O que são? – É o sistema on line em per to per para compra de produtos via internet. Uma espécie de moda mundial não vinculada a nenhum banco ou governo, e, portanto não se desvaloriza nunca, sendo aceita em todos os países do mundo, mas utiliza com mais intensidade na DEEP WEB.

Bitcoins a moeda do futuro

Bitcoins a moeda do futuro

Onde existe? – Não existe fisicamente, é um sistema on line de código aberto e existe na Web.

Quanto vale? – Hoje um bitcoin vale algo próximo de 439,33 de acordo com o site Português pt.coinmill.com/ que converte bitcoins em moeda corrente nesse caso em reais.

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Como funciona? – Os Bitcoins funcionam com base em uma rede de dados ponto-a-ponto (P2P), onde cada computador que está conectado à rede funciona como cliente e servidor. De acordo com Leandro Cesar, CIO do Mercado Bitcoin, uma pequena parte do banco de dados que registra as transações realizadas em Bitcoins fica armazenada em cada computador que faz parte da rede. Dessa forma, não há um banco de dados central que registre todas as operações.

O banco de dados de transações é composto por uma série de blocos encadeados. Para formar cada bloco, que é criado por um número variável de transações de Bitcoins a cada 10 minutos, a rede depende do poder computacional das máquinas ligadas a ela. Por meio de um aplicativo, os computadores tentam “quebrar” chaves criptográficas. Depois de várias tentativas e erros, um novo bloco de transações é formado. Este processo é conhecido como mineração de Bitcoins.

E como conseguir? – Conforme aumenta o número de computadores na rede dos Bitcoins, maior é o nível de dificuldade encontrado pelas máquinas ao tentar quebrar as chaves criptográficas, processo necessário para gerar um bloco de registros de transações. Assim, para quebrar apenas uma chave criptográfica, um grande conjunto de computadores pode ser necessário.

Ao conseguir quebrar uma chave, o sistema que gerencia a rede do Bitcoin libera 25 novas moedas, que são distribuídas entre os computadores que “emprestaram” seu poder de processamento para quebrar a chave criptográfica. Dessa forma, quem minera Bitcoins ganha moedas para comprar produtos ou serviços ou vendê-las para outro internauta e obter dinheiro real.

O processo de mineração, porém, é finito e já tem data para acabar. A moeda será minerada em ritmo cada vez menor até 2030, quando a quantidade de Bitcoins em circulação chegará a 21 milhões. Com a escassez de novas moedas no mercado, é provável que o valor de cada moeda se mantenha em um patamar alto.

Como conseguir bitcoins? – Em teoria, qualquer pessoa pode se tornar um minerador se tiver um computador com conexão de internet. É preciso baixar um aplicativo específico para minerar Bitcoins, como Bitcoin-Qt ou o MultiBit, além de um aplicativo de carteira virtual. Este último será responsável por gerenciar as moedas virtuais obtidas pelo usuário por meio da mineração de Bitcoins ou por meio da compra em sites especializados.

Contudo, embora seja possível minerar Bitcoins com computadores domésticos, é cada vez mais difícil ganhar Bitcoins, já que o usuário tem pouco poder computacional para oferecer. Além disso, o custo da energia elétrica gasta para manter o computador funcionando derruba os lucros. Por conta disso, já existem empresas que oferecem computadores com processadores desenvolvidos especificamente para minerar Bitcoins.

O custo das máquinas é alto e, apesar do alto consumo de energia, há quem opte por usar a unidade de processamento gráfico (GPU) do computador para minerar Bitcoins. Com ela, é possível alcançar um número de tentativas de quebra da chave criptográfica até 10 vezes maior do que com um processador tradicional.

O que se compra com isso?

DROGAS – Segundo as acusações apresentadas pelo FBI, a quase todos os itens comercializados com bitcoins no Silk Road eram substâncias controladas, que variavam de sacos de maconha a “5 quilos ou mais de substâncias misturadas, contendo uma quantidade detectável de cocaína”.

ARMAS – Apesar de o Silk Road ter banido o comércio de armas, há comerciantes legais – e outros nem tanto- que aceitam bitcoins. Uma busca rápida lista a loja Bitcoin Gun Parts, e outros vendedores de armas operam na “Deep Web”, que hospeda sites acessíveis apenas pelos protocolos Tor: The Armory, um site que começou a funcionar em março de 2012 e foi extinto cinco meses depois, e o Black Market Reloaded. Tópicos de discussão no Reddit relatam que o BMR apresentou problemas técnicos nos últimos dias – provavelmente pelo grande afluxo de novos usuários.

SEXO – Era só uma questão de tempo até as agências de acompanhantes adotarem os bitcoins e seu relativo anonimato. Em setembro deste ano, a Passion VIP, de Birmingham, Inglaterra, anunciou que seria a primeira agência de acompanhantes a aceitar bitcoins como pagamento – e parece que algumas acompanhantes “autônomas” também recebem na moeda virtual.

RECURSOS PARA HACKERS – Outra categoria ilícita disponível no Silk Road eram os recursos para hackers. Há muito tempo, suas ações deixaram de ser solitárias: os malwares e spywares chegaram ao mercado há anos. A acusação federal contra o Silk Road afirma que o site disponibilizava 22 técnicas de invasão de caixas eletrônicos.

DOCUMENTOS FALSOS – Segundo a acusação federal, havia 169 resultados para “falsificações”: licenças falsas, passaportes, relatórios de seguros e até contas de consumo de serviços públicos. Mas esse mercado provavelmente não visa menores de idade que tentam comprar bebidas alcoólicas. Há outros fornecedores “inovadores” de identidades falsas que também aceitam bitcoins, como The Nov Boss.

LASERS – Você sempre quis ter seu próprio laboratório de laser? Então está com sorte: a BitLasers também aceita bitcoins. Mas como os bitcoins são muito voláteis, os preços estão em dólares, euros e libras. O laser azul da foto é um modelo de 445 nanômetros e 2 watts de potência – o suficiente para abrir buracos em muitos materiais.

Fonte: Discovery Brasil e IG.

2 comentários sobre “BITCOINS – A moeda virtual ou o dinheiro do futuro

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