Caixa filia-se ao W3C para aumentar oferta de serviços Web

A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou nesta quarta-feira (09/6) a adesão ao World Wide Web Consortium (W3C), um consórcio de empresas de tecnologia para padronização e desenvolvimento de aplicativos web.

A partir disso, o banco espera aumentar sua oferta de serviços de Internet banking.

A filiação com a entidade foi assinada pela vice-presidente de Tecnologia da CEF, Clarice Copetti.

Com a adesão, ela espera que o CEF tenha acesso antecipado às novas tecnologias de serviços web, incluindo aí o HTML 5 e o CSS 3, além de padrões específicos para acesso a dados financeiros na Internet (XBRL) e para segurança da informação (XML Security).

“A CEF tem 49 milhões de clientes e, pela diversidade de serviços que prestamos, desde os bancários até os de função social (FGTS, loterias, habitação, etc), precisamos implementar padrões que facilitem e ampliem o acesso às informações”, declarou Copetti.

Padrão para pagamentos via celulares pode sair ainda este ano

Além da adesão ao W3C, Copetti declarou que um acordo entre a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e as operadoras de telefonia móvel para a realização de pagamentos por meio de celulares e smartphones (m-payment) está próximo e pode sair ainda este ano.

Segundo ela, um padrão único para as operações já foi definido e a discussão principal, em que as operadoras exigiam participação nos lucros pelo uso de sua infra-estrutura por parte dos bancos, também está próxima de um desfecho favorável.

“Não temos ainda uma data oficial para anunciar o acordo, mas posso dizer que ele está bem próximo.

As chances do m-payment ser anunciado ainda este ano, talvez já no mês de julho, são grandes”.

Fonte: Uol

Post:

5W2H do W3C

Web Semântica pode ajudar as empresas?

Numa sala térrea do Instituto Pedro Nunes (IPN), em Coimbra, Paulo Gomes mostra ao PÚBLICO como funciona o motor de busca Semantic Box. Usa como demonstração o universo NBA e insere os termos “Celtics players”. Em vez de aparecer no ecrã uma série de links como estamos habituados a ver no Google, aquilo que o monitor nos devolve é apenas uma lista muito simples dos jogadores da equipa. É isto, em termos muito simples, que faz a Web Semântica: ela dá aos utilizadores respostas, em vez de links para respostas.

Esta fórmula de rapidez e de simplicidade aplicada às buscas empresariais é aquilo que propõe Paulo Gomes, CEO da start-up Reusable IT, criadora do Semantic Box: “A ideia é que o nosso motor sirva a pesquisa empresarial. A vantagem é poupar tempo quando se pesquisa informação”, indica o responsável da empresa que foi constituída há menos de um ano e na qual trabalham seis pessoas.

“Alguns estudos a nível internacional indicam que cerca de 30 por cento do tempo que um trabalhador passa frente ao computador é gasto a pesquisar informação. A ideia é ter este motor acoplado a sistemas de informação que já existem na empresa para que as pessoas que procuram a informação a possam encontrar rapidamente. O grande ganho é tornar as pessoas mais produtivas”, explica Paulo Gomes.

Que não haja enganos: o Semantic Box não é um motor de busca generalista. Não tem a pretensão de ser um concorrente do Google. “Ao passo que o Google trabalha em toda a Web, nós trabalhamos sobre informação específica de uma empresa ou de uma organização”.

Para além do mais, o Semantic Box tem a vantagem de estar um passo à frente, beneficiando das vantagens da Web Semântica (de que já faz uso, por exemplo, o motor Wolfram Alpha), a área de investigação de Paulo Gomes, 37 anos, que acumula o cargo de CEO da Reusable IT com a docência de engenharia informática na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Mas afinal o que é isso da Web Semântica? “A ideia básica é simples: nós actualmente o que temos nas páginas Web é a tecnologia HTML, que está feita para os humanos, que trabalha os conteúdos para os humanos verem e entenderem. Não é para as máquinas perceberem o que é que lá está. Aquilo que a Web Semântica vem fazer é meter uma camada por detrás, que para os humanos é invisível mas que permite aos computadores entenderem o significado das palavras e das expressões que lá aparecem”. Ou seja, a Web Semântica dá às máquinas a capacidade de entenderem e fazerem sentido da linguagem natural dos humanos.

Prova de que o Semantic Box consegue entender o significado das palavras inseridas nas buscas e relacioná-las com outros termos e conceitos é a sua capacidade para ter em conta o contexto. Voltando ao exemplo anterior: depois de o investigador inserir no campo da pesquisa os termos “Celtics players”, percebeu que não estavam elencados todos os jogadores dessa equipa de basquetebol. Assim, numa nova pesquisa limitou-se a escrever “more”, e o Semantic Box devolveu os seis jogadores que estavam em falta. A partir de uma primeira busca, o sistema percebeu o que o utilizador pretendia com a segunda busca. “O motor de busca permite fazer uma sequência de pesquisas sempre em contexto. Antes de procurar genericamente, procura nas pesquisas anteriores, para ver se aquilo faz sentido. Se aquilo fizer sentido, ele restringe. Se não, ele faz a pesquisa genérica”, explica Paulo Gomes.

A Reusable IT acabou de lançar o seu produto e ainda não tem clientes, à excepção da WIT Software, outra start-up do IPN. Juntas, as empresas desenvolveram uma solução de mobile/Web search chamada AskWiby que promete simplificar a vida a todas as pessoas que ligam para os call centers à espera de respostas para as suas dúvidas. Em vez de ficar à espera de ser atendido, saltando de departamento em departamento, o cliente pode simplesmente fazer perguntas na sua linguagem natural a partir da Internet ou através de sms e o sistema interpreta a dúvida da pessoa, devolvendo-lhe uma resposta.

Depois do sucesso da parceria com a WIT Software, a Reusable IT espera agora expandir-se nacional e internacionalmente. E quanto é que poderá custar às empresas a licença deste produto? “É sempre um bocado arriscado dar um valor, mas eu diria que a licença poderá andar à volta de um valor mínimo de dez mil euros”, explica Paulo Gomes.

Links:

Html ou Xhtml?

Montando um site utilizando o Xhtml e o CSS.

Já tens o guia de Referência do HTML 5

O que é Web Semântica e a Web 3.0?

Microsoft não está muito a favor do html 5

Depois de deixar grande parte da criação de uma nova versão do HTML junto com a Apple, Google, Opera e Mozilla, a Microsoft já começou afundar seus dentes na Web padrão.

Novos padrões W3C favorecem os novos browsers que suportem html 5

Novos padrões W3C favorecem os novos browsers que suportem html 5

A mudança é para renovar HyperText Markup Language, o padrão utilizado para descrever as páginas da Web, que foi formalmente atualizada em 1999.

Em uma mensagem na sexta-feira passada, a gigante do software ofereceu uma série de questões e preocupações com a presente proposta.

“Como parte do nosso planejamento para o trabalho futuro, o IE está a rever o atual projeto do editor do HTML 5, pois queremos partilhar nossa opinião e discutir com este grupo de trabalho”, disse o Internet Explorer Program Manager Adrian Bateman na mensagem.

Microsoft não está muito a favor do html 5

Microsoft não está muito a favor do html 5

HTML 5 na sua atual forma de projeto inclui uma série de avanços significativos, que visam tornar a web um melhor e não apenas páginas da páginas estáticas.

Entre as características estão presentes HTML 5 built-in de áudio e vídeo, a capacidade de armazenar dados em um computador local para permitir a utilização de aplicações Web, mesmo quando off-line, Web Designer poderão executar tarefas em segundo plano, com tela de criação de gráficos sofisticados bidimensional, e arrastar e largar para melhorar a interface.

Html 5 o futuro da Web de acordo com o W3C

Html 5 o futuro da Web de acordo com o W3C

O compromisso formal padrão HTML está sob a controle da World Wide Web Consortium (W3C), e da Microsoft Chris Wilson é uma co-presidente do grupo que esta desenvolvendo W3C HTML.

Mas o atual grupo de editores do HTML 5 chamado de Web Hypertext Application Technology Working Group (WHATWG), lançado anos atrás, pois eles não gostam da direção do W3C XHTML 2,0 foi tentou pegar HTML.

A Microsoft não foi alheio ao HTML 5.

É a origem da tecnologia em HTML 5 chamado ContentEditable, que permite que elementos de páginas da Web possam ser editados no local por pessoas que utilizam um navegador.

E disse o mais novo navegador Microsoft, Internet Explorer 8, também apóia estas HTML 5 com os componentes: o DOM Store, Cruz Documento Mensagens, Cross Domain Messaging, Ajax e Navegação.

Mas a nova mensagem indica que a Microsoft está se esforçando, cavando em muitos aspectos da proposta de especificação.

Isso é importante porque a Microsoft tem um padrão de atraso, quando se trata de tecnologia que suporta IE, por enquanto, o navegador dominante no mercado.

A Microsoft recusou-se a comentar esta história.

Apesar de Google, Apple, Mozilla terem atualizado funcionalidades em seus browsers mais recentes para suportar o HTML 5, a Microsoft por sua vez diz ser prematuro iniciar apoio para as normas que ainda não estão, de fatoprontas.”

Fonte: CNETNews

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Curso de Web Design com Padrões  W3C

God By IE6, baixe seu navegador preferido aqui.

Adote esta campanha, God By IE6

Adote esta campanha, God By IE6

Baixe seu navegador:

Vai um Firefox

Que tal um Google Chrome

Aceitas um Opera

Safari uma boa pedida

Dicas para montar (ou turbinar) o seu site

Essa semana a Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, na edição nº 246 de Julho de 2009, trouxe entre inúmeras outras reportagens, uma que nos chamou em especial a atenção, a qual foi escrita por Wilson Gotardello Filho, e se referia a construção de sites para Internet.

O nome da chamada é 50 dicas para montar (ou turbinar) o seu site.

Entre elas algumas se destacam.

Pequenas Empresas Grandes Negócios

Pequenas Empresas Grandes Negócios

Pedimos licença para transcrevê-las.

Delimineie uma estratégia:

“Muitas vezes as empresas querem de tudo e isso não é possível.

O Empreendedor deve focar no objetivo real do projeto para só então definir recursos e funcionalidades.”

Se a intenção for vender algo pela Internet, o site devera ter uma formatação, caso seja apenas  divulgar a empresa, a divulgação será outra.

Não abandone o site:

“O tamanho do seu site deve ser proporcional ao seu tempo disponível para trabalhar nele.”

Equipe CSS TI: É muito comum ver sites com notícias relativas à empresa, com meses e até anos de atraso.

Não saia da estrutura padrão:

“Se revolucionar de mais, algumas pessoas não vão saber mexer”.

Equipe CSS TI: Menus por padrão na parte esquerda ou superior do site, menus extravagantes no meio da página ou com inúmeros efeitos pode prejudicar a navegação.

E onde um futuro cliente entrar no site e não consegue achar o que procura o mesmo nunca mais volta, e pode vir a falar mal do mesmo.

Tome cuidado com as cores:

“Cores muito fortes irritam os usuários, assim como cores pastel acabam relaxando demais os mesmos”.

Equipe CSS TI: É muito comum hoje ver sites com cores pesadas, escuras, irritantes.

Dose as animações e o Flash:

“É necessário ter uma dosagem para não ridicularizar ou infantilizar a imagem da empresa”.

Equipe CSS TI: Sites em flash são bonitos, mas não servem para qualquer empresa, sem contar que os mesmos podem ficar muito pesados e o cliente desistir de ficar meia hora vendo uma animação de loading, isso quando elas existem.

Dê uma Twittada:

No inicio de junho, a construtora e incorporadora Técnica vendeu um apartamento na zona oeste de São Paulo no Valor de R$ 500.000,00.

Nada de mais, se levarmos em consideração os imóveis do local, o diferencial é que toda a transação foi feita via Twitter.

Equipe CSS TI: O Twitter hoje é um fenômeno e está crescendo cada dia mais, apesar de muitos ainda não entenderem o seu funcionamento, ele promete mudar a maneira com que a notícias são transmitida as pessoas.

Repita as palavras que interessam:

Equipe CSS TI: Dicas de SEO, utilizar muitas vezes as palavras que mais quer divulgar dentro da página sem perder o foco do texto, além de evitar tácticas não recomendadas, tais como repetir inúmeras vezes tais palavras no meio do texto, utilizando a cor de fundo da página para oculta-las, com na intenção de ganhar mais visitas oriundas de sites de busca como Google, Bing, Yahoo.

O W3C é um órgão que tem como objetivo principal melhor e facilitar o acesso a Internet, através de normas.

O W3C é um órgão que tem como objetivo principal melhor e facilitar o acesso a Internet, através de normas.

Tais táticas não são bem vindas, e quando descobertas, e importante que se frise que elas serão, o site poderá sofre com consequências graves.

E a mais importante em nossa opinião, ADOTE O PADRÃO W3C:

Na hora de escolher uma agência para desenvolver seu site, certifique-se que a empresa trabalha com código validado pelo órgão Internacional W3C, que regulamenta e padroniza os códigos.

Assim, seu site funcionara em todos os navegadores disponíveis.

Caso a empresa desenvolva o site com códigosSUJOS”, a navegabilidade PODE SER E TENHA CERTEZA DE QUE SERÁ COMPROMETIDA em determinados Browsers.

Equipe CSS TI: Qualquer um que não seja Internet Explorer.

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Web Design Standard = W3C

Goodbye IE6. Agora é o Google

Após o w3c colocar no ar seu novo site, o qual foi um dos primeiros a adotarem está posição de abandonar o apoio ao Browser IE6, agora é o Google com todo seu pacote de serviços em especial YouTube, que estaria deixando de apoiar de vez o IE6.

De acordo com informações oriundas do site techcrunch, rumores de que Google estaria aos poucos abandonando o apoio a IE6, são confirmadas através de um simples pesquisa no Twitter.

A julgar por imagens tomadas por usuários do IE6 que estavam assistindo alguns vídeos no YouTube, nos quais o Google parece demonstrar claramente que será a próxima empresa a retirar progressivamente apoio ao browser.

Vídeo online Behemoth está apontando para browsers mias modernos, como o Google Chrome, Internet Explorer 8 e Firefox 3/5.

Youtube abandona Browser IE6
Youtube abandona Browser IE6

Web Designer?

Importante deixar bem claro que um “Web Designer” nada mais é do que um Designer especialista em Internet.

O termo Web Designer vem sendo muito difundido e repetido à exaustão nos últimos anos, tudo bem, o termo se refere ao Profissional de Design que trabalha com Internet, mas nunca devemos esquecer que para isso, o profissional deve ter muito bem definido vários conceitos de cores, formas, usabilidade, e até marketing.

Isso desqualifica pelo menos 80% dos “webdesigners” de plantão.

Não basta saber “usar” o Photoshop ou Dreamweaver, saber copiar algumas imagens de outros sites e roubar alguns códigos por aí, claro que muita gente vai dizer que “nesse mundo nada se cria, tudo se copia”, mas essas pessoas também não devem saber a diferença entre plágio e referência.

Pode ser a diferença entre contratar o “sobrinho” ou um amigo micreiro e um verdadeiro profissional de Design.

AS CORES E OS EFEITOS PSICOLÓGICOS

SENSAÇÕES VISUAIS + SIGNIFICADO:

* Branco – pureza

* Preto – negativo

* Cinza – tristeza

* Vermelho – calor, dinamismo

* Rosa – graça, ternura

* Azul – pureza, fé

SENSAÇÕES ACROMÁTICAS

Branco: inocência, paz, divindade, calma, harmonia, para os orientais pode significar morte, batismo, casamento, cisne, lírio, neve, ordem, simplicidade, limpeza, bem, pureza.

Preto: sujeira, sombra, carvão, fumaça, miséria, pessimismo, melancolia, nobreza, seriedade. É expressivo e angustiante ao mesmo tempo. Alegre quando combinado com outras cores.

Cinza: pó, chuva, neblina, tédio, tristeza, velhice, passado, seriedade. Posição intermediária entre luz e sombra.

SENSAÇÕES CROMÁTICAS

Vermelho: guerra, sol, fogo, atenção, mulher, conquista, coragem, furor, vigor, glória, ira, emoção, paixão, ação, agressividade, perigo, dinamismo, baixeza, energia, revolta, calor, violência.

Laranja: prazer, êxtase, dureza, euforia, outono, aurora, festa, luminosidade, tentação, senso de humor. Flamejar do fogo.

Amarelo: egoísmo, ciúmes, inveja, prazer, conforto, alerta, esperança, flores grandes, verão, limão, calor da luz solar, iluminação, alerta, euforia.

Verde: umidade, frescor, bosque, mar, verão, adolescência, bem-estar, paz, saúde (medicina), esperança, liberdade, paz repousante. Pode desencadear paixões.

Azul: frio, mar, céu, horizonte, feminilidade, espaço, intelectualidade, paz, serenidade, fidelidade, confiança, harmonia, afeto, amizade, amor, viagem, verdade, advertência.

Roxo: fantasia, mistério, egoísmo, espiritualidade, noite, aurora, sonho, igreja, justiça, misticismo, delicadeza, calma.

Marrom: cordialidade, comportamento nobre, pensar, melancolia, terra, lama, outono, doença, desconforto, pesar, vigor.

Púrpura: violência, furto, miséria, engano, calma, dignidade, estima.

Violeta: calma, dignidade, estima, valor, miséria, roubo, afetividade, miséria, calma, violência, agressão, poder sonífero.

Vermelho-alaranjado: sexualidade, agressão, competição, operacionalidade, desejo, excetabilidade, dominação.

A escolha da cor sofre influência da moda, das tendências e da decisão do designer.

HARMONIA E CONTRASTE

Espaços em branco podem ser definidos como áreas que não contenham textos, imagens ou qualquer outro elemento gráfico.

Saber balancear o conteúdo e o espaço em branco em um site é a chave para manter a harmonia dos elementos dentro da página e prender a atenção do usuário.

A consequência da má utilização desse recurso é não ter um bom equilíbrio, assim os olhos ficam confusos, pois não existirá uma progressão visual para o internauta seguir e conseqüentemente ele perderá o interesse pela página.

O que pode ser feito para que isto não aconteça é seguir as recomendações de alguns “gurus” em design:

“Não coloque o máximo de informações dentro de uma página”.

“Os espaços vazios reforçam a unidade de grupos, harmonizam as áreas, aumentam o contraste e facilitam a visualização e leitura”.

Em geral as cores claras e quentes elevam e expandem, por isso, no passado era comum casas com o teto pintado de azul e paredes amarelas, a sensação que passava era de mais espaço.

Por exemplo, nunca se deve pintar um teto de preto ou roxo, essas cores passariam a sensação de opressão e clausura.

SIMETRIA

Correspondência de posição de dois ou vários elementos em relação a um ponto, a um plano médio.

Exemplo perfeito de Simetria

Exemplo perfeito de Simetria

Harmonia resultante de certas combinações e proporções regulares dos elementos de um conjunto.

ASSIMETRIA

Assimetria: Falta de simetria; dessimetria, dissimetria.

VISIBILIDADE

Amarelo e Azul são as cores qu

Modelo de Assimetria

Modelo de Assimetria

e melhor se lêem a distância;

O contraste preto-amarelo se vê desde mais longe;

O contraste preto-branco tem um valor neutro;

O contraste vermelho-verde é o que menos se percebe;

Em geral os elementos gráficos escuros sobre fundo claro se percebem melhor que o contrário.

TIPOGRAFIA

Tipografia é transformar um espaço vazio, num espaço que não seja mais vazio.

Isto é, se você tem uma determinada informação ou texto manuscrito e precisa dar-lhe um formato impresso com uma mensagem clara que possa ser lida sem problema, isso é tipografia.

REPETIÇÃO

Cria uma identidade visual com o leitor, estabelecendo uma hierarquia, utilize a repetição em determinadas fontes, determinados pontos da sua página, como títulos, subtítulos e em pontos estratégicos.

COMPOSIÇÃO DE FORMAS

Para se desenvolver uma boa composição visual é necessário saber direcionar os olhos de quem está vendo, para pontos importantes do seu layout, esse direcionamento deve ser consciente e planejado, saber equilibrar e dar movimento à composição serão os principais objetivos do designer.

Muitas vezes quando estivermos criando layout, vamos nos deparar com o problema da distribuição dos elementos gráficos.

O designer deve tomar todas as decisões para a composição e os resultados dessas decisões determinam o objetivo e o significado do que é recebido pelo espectador.

Assim sendo o designer exerce controle sobre o trabalho e direciona o projeto para o público que ele quer atingir.

Para obter um resultado compositivo satisfatório é preciso conhecer um pouco sobre como funciona a percepção humana e também algumas regras que para alguns é denominada programação visual intuitiva.

EQUILÍBRIO

Equilíbrio é um elemento importantíssimo em toda criação, seja para uma página de Internet, revista impressa, panfletos ou obras de arte.

É considerada referência visual mais forte para o homem, chamada de constante inconsciente formada pelos eixos vertical e horizontal.

O equilíbrio pode ser: simétrico, simétrico na forma e assimétrico na cor ou ainda ter uma simetria aproximada.

TENSÃO

Tanto para o emissor quanto para o receptor da informação visual, a falta de equilíbrio e regularidade é um fator de desorientação.

Sempre buscamos um eixo de retas perpendiculares para a área onde olhamos primeiro e reconhecemos a presença ou ausência de equilíbrio da forma.

POR QUE TER UM MÉTODO?

Dada a atual complexidade dos Web Sites, é fácil que um projeto, que podemos chamar de sistema de informação, falhe.

Isso porque vários itens precisam ser gerenciados simultaneamente. São eles:

1.            Briefing

2.            Brainstorming

3.            Tipografia

4.            Repetição

5.            Croqui

6.            Orçamento

7.            Contrato

8.            Layout

9.            Site

Em nossa próxima postagem, estaremos falando sobre o Briefing, modelos, como fazer e por que fazer um.

Otimizar sites, aumentar as visitas e de graça?

O Otimizador de website é uma ferramenta de otimização e teste gratuita do Google que permite a você aumentar o tráfego e o valor dos seus sites da web existentes.
Google otimizador de sites

Google otimizador de sites

Ao usar o Otimizador de website para testar e otimizar o conteúdo e o design do site, será possível aumentar o faturamento e o retorno do seu investimento de maneira rápida e fácil, seja você um novato ou um especialista na área de marketing.

O Google Website Optimizer é uma importante ferramenta liberada recentemente para o público que deseja fazer uma análise de vários layouts diferentes para um site e saber qual está dando mais resultados para você.

Você pode criar inúmeras variações de layout como trocar uma cor, o tamanho de um botão e por ai vai.

Para entender como o serviço funciona é fundamental que você assista aos vídeos disponibilizados na ferramenta.

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Link relacionados ao tema: Web Semantica

Link relacionados ao tema: Importância do W3C

Link relacionados ao tema: 5w2h do W3C

O que faço se copiaram meu conteúdo sem minha permissão.

Novo Blog já no Ar.

Com o intuito de melhorar o acesso aos serviços da CSS TI, após um tempo de manutenção, hospedamos nosso Blog em nosso servidor, para um melhor controle.

Faça-nos uma visita:

Por enquanto este permanece no ar, mas o novo já está a todo vapor.

Acesse: http://www.wordpress.cssti.eti.br/

Atenciosamente,

Equipe CSS TI

Hoje estava lendo o Blog de um amiga do site Dihitt, e achei algo bem interessante para postar.

Fonte: http://url20.ca/kedo by: Cecília Parente

O que fazer quando copiam seu conteúdo.

Agora sim: Qual atitude tomar?

Para quem não sabe o Google possui uma ferramenta de denúncia para quem infringe essa política de boa visinhança.
Acesse o formulário.

Como preencher:

  • digite seu nome,
  • sobrenome,
  • o nome de seu blog,
  • endereço dele,
  • seu e-mail,
  • seu país,
  • onde está localizado seu texto,
  • qual é o conteúdeo copiado.

Sobre o conteúdo duplicado:

  • Coloque o endereço com seu conteúdo copiado;
  • Confirme que o conteúdo foi duplicado.
  • Coloque a data, sua assinatura e envie.

Atenção:
Leia com atenção o formulário (está em inglês então, se não compreende a língua, use uma ferramenta de tradução).

Nele você está jurando (sob perjúrio) que o conteúdo é de sua autoria e foi copiado com más intenções.

Recomendação:
Antes de enviar a reclamação por escrito, como ensinado acima, recomendo entrar em contato com o blog em questão, informar que o conteúdo é cópia de um texto seu (deixe um link para ele) e fornecer um prazo (cerca de 2 a 3 dias) para retirar o texto.

Avise que se o conteúdo não for retirado você tomará as devidas providências.

Se não adiantar, use o formulário.

Linkhttp://url20.ca/wucu

SEO, você sabe o que é? Quer ser um?

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Equipe CSS TI

SEO – Search Engine Optimizers (Otimizadores de Mecanismos de Busca) é o conjunto de estratégias com o objetivo de potencializar e melhorar o posicionamento de um site nas páginas de resultados naturais (orgânicos) nos sites de busca.

Ler artigo relacionado sobre meta tags: https://cssti.wordpress.com/2009/04/07/meta-tags/
Aqui se encaixa duas categorias:

  • White Hat: Pessoas que utilizam métodos aprovados para melhorar sua página.
  • Mas, o que é blackhat?

Blackhat são algumas “técnicas” utilizadas por muitos blogueiros para conseguir visitas rápidas mas, se pego pelo Google é quase certeza que será eliminado de suas pesquisas.

Portanto, evite:

  • Esconder keywords (cor da fonte igual a cor do fundo);
  • Esconder links;
  • Redirecionar páginas automaticamente.

Critérios para classificação de um site:

  • Tempo de registro do domínio (Idade do domínio);
  • Idade do conteúdo;
  • Freqüência do conteúdo: regularidade com a qual novo conteúdo é adicionado;
  • Tamanho do texto: número de palavras acima de 200-250;
  • Idade do link e reputação do site que o aponta;
  • Características padrão da página;
  • Citações e fontes de pesquisa (indica que o conteúdo é de qualidade para pesquisa);
  • Uso da tag “rel=nofollow” para esculpir o ranking interno do website;
  • Profundidade do documento no site;

Métodos de White Hat:

  • Aumentar o número de conteúdo relevante do site;
  • Meta tag description e keywords em todas as páginas (se for blog em seu código-fonte);
  • Evitar animações em Flash;
  • Se possível, todos os links devem ser em textos;
  • Todas as imagens devem conter Alt e Title;
  • Escreva textos de fácil leitura;
  • Faça uso de ortografia correta;
  • Colocar meta-tag no título e no primeiro páragrafo dos posts.

Guia SEO:
Para quem não sabe o Google disponibiliza uma apostila sobre SEO (em português):

Otimização de Sites para mecanismos de pesquisas.

Fontehttp://url20.ca/tunu

Link para download da apostila: http://www.google.com/intl/pt-BR/webmasters/docs/guia-otimizacao-para-mecanismos-de-pesquisa-pt-br.pdf

A importância crucial dos padrões Web do W3C.

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Atenciosamente,

Equipe CSS TI

Obs: Iniciamos há algumas semanas uma campanha para uma maior divulgação das normas do W3C e seus padrões para uma Web mais segura e acessível.
Intitulada 5w2h do W3C, a campanha tem por objetivo uma maior divulgação dos padrões, para que mais pessoas possam ter conhecimento de tais padrões e assim valorizar empresas que se preocupam em se atualizar para melhorar o conteúdo a ser oferecido a seus clientes e alunos.

Confira: 5w2h do W3C

Atualmente ouve-se falar muito em padrões web e acessibilidade entre os desenvolvedores de sites.

Entretanto, o entendimento que cada um traz desses conceitos é diverso e muitas vezes indefinido.

Os Padrões web sempre estão associados ao código da página web e às recomendações do W3C especificadas para ele.

Para podermos desenvolver um site genuinamente de boa qualidade e preparado para receber o extra de acessibilidade, os padrões desenvolvidos em seu código devem abranger os seguintes itens:

  1. Código html/xhtml e CSS válidos
  2. Separação em camadas: conteúdo, apresentação e comportamento
  3. Código (X)HTML semântico.

Para demonstrar a importância desses itens dos padrões web para a acessibilidade de sites, temos de especificar para quem seja acessibilidade web, conceito culturalmente só associado ao acesso de pessoas com deficiência visual.

“Para quem serve a acessibilidade?”

W3C

W3C

É uma pergunta que nos leva a várias questões e que nos ajudará a entender a relação entre web standards e acessibilidade.

Podemos dividi-la em:

  1. Acessibilidade web para pessoas cegas;
  2. Acessibilidade web para pessoas com deficiência;
  3. Acessibilidade web universal, uma web para todos.

01- Acessibilidade web para pessoas cegas

Com certeza o foco principal do desenvolvimento de sites acessíveis é o acesso de pessoas com deficiência ao conteúdo de informação e serviços prestados em um site.

Entretanto, criamos no Brasil uma cultura de que acessibilidade web seria somente para pessoas com deficiência visual e, mais ainda, especificamente para pessoas cegas.

Dessa forma, para alguns desenvolvedores, testar acessibilidade de um site significava quase que exclusivamente pedir a uma pessoa cega que navegasse com seu software de fala pela página e desse o seu ok nela.

Este é, sem dúvida, um dos itens, entre inúmeros outros, da metodologia proposta pelo W3C/WCAG para testarmos a acessibilidade de uma página.

No entanto, este item, isoladamente, acaba por incorrer em inúmeros erros: nem todo o leitor de tela tem a mesma qualidade e funciona da mesma forma, fazendo com que o teste de uma pessoa cega não especializada possa ser somente válido para o leitor de tela ou tecnologia assistiva que essa pessoa utiliza.

Uma pessoa cega e usuária de leitores de tela não consegue, apenas com uma navegação momentânea, perceber alguma falta de informação sem comparar o que seu leitor de tela informou e o conteúdo presente na tela.

Essa pessoa precisa ir ao código confirmar as informações ou ter uma pessoa que enxergue para comparar sua navegação com a da pessoa cega.

A cultura de se fazer acessibilidade web para pessoas cegas acabou por ser legalizada através do decreto 5296 e pela má interpretação das pessoas responsáveis pelos portais que se enquadravam nele.

O significado de deficiência visual não era pensado como abrangendo as pessoas de baixa visão, restringindo essa deficiência à cegueira.

É importante destacar que a cegueira, segundo o censo 2000 do IBGE, está presente em torno de 300 mil pessoas da população, enquanto que o decreto, ao referir-se à deficiência visual, definida no início do decreto como sendo a cegueira e mais a baixa visão, destinava a acessibilidade a mais de 16 milhões de pessoas:

Decreto Nº 5296 – Art. 47.No prazo de até doze meses a contar da data de publicação deste Decreto, será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis.”

No mesmo decreto, artigo 5º: 1.3 deficiência visual: cegueira, na qual a acuidade visual é igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; a baixa visão, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor correção óptica; os casos nos quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60o; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das condições anteriores;

Além disso, o WCAG não define que seja uma pessoa com deficiência visual, muito menos cega, a realizar o teste.

Como sabemos, inúmeras outras deficiências precisam de acessibilidade na web.

02- Acessibilidade para pessoas com deficiência

Ao conhecermos as Diretrizes de Acessibilidade de Conteúdos Web em suas duas versões, 1.0 e 2.0, percebemos a ênfase que os itens de acessibilidade desses documentos dão aos acessos não padronizados de pessoas que, em sua maioria, possuem deficiência, como a deficiência visual, auditiva, cognitiva e motora.

Nota-se, de pronto, que as recomendações não se restringiram à deficiência visual e nem mesmo a alguma tecnologia assistiva específica, apesar de citá-las ao longo desses documentos.

Assim, por exemplo, ao destacarem os equivalentes textuais, o fizeram não só como itens textuais alternativos para imagens (deficiência visual), como também para sons (deficiência auditiva).

Esses itens combinados podem mesmo auxiliar, e muito, o acesso de pessoas surdocegas, usuárias de display-braille.

Para as pessoas com deficiência intelectual que, ao perceberem uma informação visual e auditiva simultânea, conseguem elaborar informações com mais segurança, ainda disponibiliza itens como o da “linguagem clara e simples” que, além de auxiliarem essas pessoas especificamente, colaboram indistintamente com todas as pessoas por deixar o conteúdo mais inteligível.

Alguns itens de acessibilidade como os saltos ajudam o acesso de pessoas com deficiência motora com pouca destreza manual que, apesar de enxergarem, utilizam a navegação via teclado.

Não podemos deixar de mencionar, por sua importância e competência, a Errata ao WCAG 1.0, realizada por Joe Clark, uma das maiores autoridades em acessibilidade web do mundo, a conhecida WCAG Samurai.

Atualmente, a existência de três WCAG, a dos W3C (versões 1.0 e 2.0) e a WCAG Samurai, criaram uma certa insegurança nos desenvolvedores de sites acessíveis, pois a WCAG 2.0 ainda não está muito bem aceita e a WCAG Samurai, apesar de possuir ótimas soluções de acessibilidade web e ter como base a WCAG 1.0, bastante aceita e da qual é uma errata, não são recomendações do W3C e, portanto, não tem o reconhecimento internacional que o W3C possui.

Essa “crise por excesso” de diretrizes tem criado uma outra mais perigosa, que é a da mistura individual de soluções de acessibilidade web dos três WCAG, que cada desenvolvedor de conteúdos acaba criando.

A Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU, assinada pelo Brasil e ratificada como emenda constitucional brasileira através do decreto legislativo Nº 186, autoaplicável desde junho de 2008, amplia a acessibilidade, restrita à pessoas com deficiência visual e à portais do governo pelo decreto 5296/04, à todas as deficiências e à empresas privadas.

Web Design com w3c só a CSS TI tem.

Web Design com w3c só a CSS TI tem.

Se desejar conhecer, procure os artigos 9, 21 e 30, que tratam do assunto.

Entretanto, apesar desse auxílio às boas práticas, ao acesso e bom uso da web que os documentos WCAG fazem inserindo diversas deficiências, ao incluírem os padrões web aos padrões de acessibilidade web, passaram a criar universalidade ao acesso, ou seja, sugerindo e orientando a acessibilidade para pessoas com e sem deficiência, a uma web para todos.

03- Acessibilidade Universal – uma web para todos

Ao juntarmos os itens de acessibilidade web aos itens dos padrões web já conhecidos, ampliamos o desenvolvimento de acessibilidade web e do conceito de desenho universal aplicado à internet.

Para entendermos como podemos utilizar o conceito de desenho universal na acessibilidade de sites, vamos voltar aos itens dos padrões web mencionados antes:

1- códigos corretos e validados

A primeira coisa que criadores web buscam quando falam em Web Standards é que o código do site deve ser válido.

Para a maioria das pessoas isto significa apenas validar o código HTML/XHTML, mas existem ferramentas que validam também as CSS.

Basicamente, ter um código (X)HTML válido significa que o código da página Web está escrito de acordo com o padrão, sem erros de sintax.

Como é o código da página que vai determinar como sua página será renderizada, em que tempo e maneira isso irá acontecer nos diferentes navegadores e com que qualidade, estando seu código válido, você não precisa se preocupar com os diferentes erros de interpretação dos diferentes navegadores e tecnologias assistivas, e assegurar uma maneira uniforme de utilização por todos eles.

Com relação ao código das CSS, apesar de haver diferenças de renderização entre navegadores e suas versões e sermos obrigados a testar para tentar conciliar as diferenças entre eles, estamos começando a passar por uma tendência à uma renderização bem aproximada após o fracasso do navegador Internet Explorer 6.0, que acabou por perder muito mercado para o concorrente Firefox, da Mozilla.

Códigos válidos significam também rapidez de interpretação desses códigos para todos os agentes do usuário, sejam navegadores ou tecnologias assistivas.

Assim, conexões lentas, discadas ou conexões divididas por inúmeros usuários em rede, tecnologias assistivas, como ampliadores de tela, que navegam associados muitas vezes a leitores de tela e possuem um peso que acabam por aumentar o tempo de navegação, começam, através de códigos corretos, a possuírem um tempo de download das páginas web mais adequados.

2- Separação em camadas: conteúdo, apresentação e comportamento

O conteúdo de uma página e sua estrutura são determinados pelos textos, tabelas, formulários etc.

São criados através de marcações de html/xhtml, linguagens padrões para esse fim.

Apresentação é tudo que é visual, como posicionamento do conteúdo, coloração, tamanhos… é o CSS a linguagem, também conhecida por folhas de estilos quando reunida em arquivo.

O Comportamento é criado por scripts.

Nem o conteúdo determinado pelo (X)HTML e nem a apresentação determinada pelas folhas de estilo são dinâmicos. Scripts acrescentam movimento e comportamentos às páginas.

Quando construímos uma página com códigos válidos e com essas camadas independentes, estamos atendendo a diversos itens de acessibilidade em uma página web, além de estarmos cumprindo com mais um dos três itens dos padrões web.

Assim, testamos se o conteúdo, sem apresentação alguma de cor, posicionamento e sem scripts está funcionando bem.

Depois, em um arquivo à parte, colocamos o código das folhas de estilo de todas as páginas do site.

Ou seja, as cores dos textos dos links, das cores de plano de fundo, posicionamento de tabelas, colunas, de seções de todas as páginas do site no mesmo arquivo.

Deve-se evitar o estilo inline.

Ainda, de forma independente, criamos comportamentos extras e algumas funcionalidades através dos scripts, que devem ser não obstrutivos.

Cada uma dessas camadas se acrescentam entre si, tendo como base o conteúdo.

Assim, se precisarmos desativar a camada de apresentação deixando o conteúdo limpo e, ainda, se quisermos desativar comportamento e deixar a página com seus scripts desativados, isso não gerará perda de conteúdo e a página poderá ser navegada sem restrições.

Os leitores de tela para pessoas com deficiência visual lêem quase que exclusivamente o conteúdo, deixando de lado a apresentação da página.

Se o conteúdo está validado não existe erro em sua leitura e nem na execução de tarefas.

Se, além disso, o código está desenvolvido apenas para cada tipo de camada com sua respectiva marcação, que não está misturando conteúdo com cores e posicionamento de elementos e, portanto, a camada de conteúdo com a de apresentação, então o código de conteúdo estará proporcionando uma leitura facilitada aos leitores de tela, que não precisarão selecionar o que ler, pois o código a ser lido está “enxuto”.

Ou seja, os leitores de tela não terão de selecionar conteúdo entre conteúdo, apresentação e comportamento do código.

É bom lembrar que, mesmo desativando os scripts e a apresentação através do navegador que, misturadas, essas camadas não serão retiradas do código.

Assim, um código limpo, com cada camada separada e acessível, é o ideal não só para web standards, como especialmente para a acessibilidade web.

Quando desenvolvemos um site em camadas e carregamos uma de suas páginas pelo navegador, as camadas de apresentação e de comportamento ficam guardadas na memória e arquivos temporários, de forma que somente o conteúdo dessa página é renovado a cada entrada nas outras diversas páginas do site.

Isso significa uma velocidade tremendamente maior para a montagem e renderização dessas páginas.

Velocidade de acesso é acessibilidade web, independentemente de para qual usuário.

Conexões discadas ou banda larga compartilhada em rede se beneficiam com muita clareza das vantagens da rapidez do carregamento da página.

Além dos códigos corretos, a separação em camadas é um enorme auxílio dos itens dos padrões web para a acessibilidade de sites.

3- Códigos semanticamente corretos

Um código semântico significa que as marcações utilizadas foram usadas para os fins a que cada elemento do código se destina.

Dessa forma, se existe um código próprio para criarmos cabeçalhos e títulos (h1/h6), ele deve ser utilizado para a criação de cabeçalhos e títulos.

Se existe um código para a criação de tabelas de dados (table), somente esse tipo de tabelas devem ser produzidas por ele.

Para exemplificar a necessidade dessa lógica dos padrões web para se fazer acessibilidade, podemos tomar essas duas situações acima:

Uma marcação existente para se fazer um cabeçalho deixa o texto ao qual será aplicado com letras mais escuras e em negrito, podendo-se alterar seu tamanho.

Muitas vezes desenvolvedores utilizam esse destaque que essa marcação produz no conteúdo com o objetivo de ser um cabeçalho, apenas para destacarem palavras soltas ou expressões no meio de um texto, ou para ressaltar um texto de link ao meio de outros links.

Os leitores de tela não têm como função somente lerem o conteúdo textual das páginas, mas também de descrevê-la para seus usuários.

Dessa forma, quando ele passa por uma marcação de um link, ele sintetiza a palavra link para que o usuário possa saber da existência desse elemento naquele texto.

Quando passa por uma marcação de tabela, ele diz da existência da tabela naquele espaço, quantas colunas e quantas linhas existem naquela tabela e, da mesma forma, quando ele passa por uma marcação de cabeçalho ele sonoriza a existência de um cabeçalho por ali e a que nível ele se encontra: h1 – cabeçalho de nível 1, h2cabeçalho de nível 2 e assim por diante.

Portanto, se marcações são feitas para codificarem elementos específicos, estas devem ser usadas para fazerem aquilo para o qual foram criadas.

Codificar uma palavra ou expressão com uma marcação de cabeçalho fora de um cabeçalho, significa dar a informação errada para um leitor de telas e, consequentemente, para seu ouvinte.

Além disso, leitores de tela gráficos e mais profissionais criam alguns recursos aproveitando-se justamente dos padrões web para facilitarem a navegação de seus usuários.

Dessa forma, para alguns, existe uma navegação chamada teclagem de navegação rápida, que pressionada leva o usuário, através de um salto, diretamente a cabeçalhos, tabelas, formulários, parágrafos …

Assim, se as marcações certas forem utilizadas para realizarem ao que se destinam fazer, a navegação por uma página ficará totalmente acessível para esses recursos.

4- Acessibilidade e Padrões, Padrões e Acessibilidade

A demonstração da importância crucial dos padrões web do W3C para a acessibilidade de tecnologias assistivas, para tecnologias não assistivas, para pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência, passa pela experiência do uso desses padrões.

Não podemos pensar, no entanto, que desenvolvendo um site totalmente dentro dos padrões web (web standards) estaremos produzindo páginas totalmente acessíveis.

Os padrões web, com todos os seus itens, são o básico para uma página web acessível, mas não o todo.

Para uma acessibilidade web integral temos de acrescentar aos padrões web as técnicas de acessibilidade associadas ao WCAG e suas recomendações.

Não temos também como criar páginas acessíveis apenas com algumas recomendações dos WCAG em um código com semântica incorreta, sem separação de camadas e cheio de erros de sintax.

O casamento entre padrões web e diretrizes de acessibilidade tem de ser completo.

Por exemplo.

Alguns desenvolvedores radicais de tableless não admitem tabelas nem mesmo para a confecção de tabelas de dados genuínas.

Dessa forma, alguns desses colegas optam por criarem tabelas com listas (ul/li) horizontais e verticais, deixando-as visualmente iguais a uma tabela de dados.

No entanto, em um código semântico, tabelas devem ser criadas com o elemento <table>, o que proporcionaria à usuários de leitores de tela a idéia correta de que estão passando por uma tabela, por dados tabulares, pois ao navegar por uma lista de itens em forma de tabela, um leitor gráfico sintetizaria “lista de itens” e “item de nível 1”, e não “tabela com 10 colunas e 20 linhas, por exemplo.

Por outro lado, nesse caso, uma tabela semanticamente correta e dentro dos padrões, não necessitaria de ser criada com os elementos <TH>, nem de fazermos as associações destes através de <ID> com <headers> da célula de dados correspondente ao cabeçalho.

O <ID> e o <HEADERS> são marcações extras de acessibilidade web que, no entanto, sem elas os padrões web poderiam estar sendo perfeitamente seguidos, mas a acessibilidade de tabelas não estaria sendo realizada.

Dessa forma, podemos afirmar que não existe uma acessibilidade completa sem os padrões web conjugados aos padrões de acessibilidade web.

Um sem o outro ficam incompletos no que tange à acessibilidade de cunho universal.

O W3C tem incorporado através dos códigos strict alguns itens de acessibilidade web as web standards, ao juntar alguns itens das diretrizes do WCAG, como o atributo de imagem ALT em seu validador.

Caso o elemento <IMG> apareça sem o seu atributo ALT o código para aquela imagem não é dado como certo.

Já nos códigos transitional isso não acontece.

Percebe-se assim, já por iniciativa do W3C, uma junção dos dois padrões em um só que, aos poucos, esperamos muito que aconteça por completo.

Será esperar demais?

O HTML 5.0 vem aí…

Fonte: iMasters

Novo recorde. 31 Bugs corrigidos em uma tacada só pela Microsoft.

De acordo com o Jornal o Globo, a Microsoft bate novo recorde, 31 erros corrigidos de uma só vez.

Das duas uma, ou eles resolveram trabalhar de verdade ou seus softwares estão saindo com cada mais falhas.

Qual é a resposta certa?

Steve Balmer CEO da Microsoft

Steve Balmer CEO da Microsoft

A Microsoft corrigiu nesta terça-feira nada menos que 31 falhas de segurança em softwares diversos do Windows.

Oito delas são do navegador Internet Explorer, e a mais grave pode permitir a execução de programas nocivos se o usuário entra numa página especialmente desenvolvida para esse fim.

Outra falha corrigida, considerada crítica, afeta o editor de planilhas eletrônicas Microsoft Excel e permite, através de arquivos infectados, que um criminoso digital controle a máquina do usuário.

Já no caso da busca no Windows (Windows Search), a vulnerabilidade em questão levaria um um hacker a ver informações pessoais do usuário se ele clicasse num arquivo infectado na lista resultante de uma pesquisa.

O Microsoft Word também não ficou de fora das correções.

Duas falhas permitiam o acesso remoto de um hacker através de arquivos infectados.

Várias outras vulnerabilidades corrigidas afetavam outros programas dos sistemas Windows, como o Active Directory e o Microsoft Works.

Ferramenta Adobe testa sites em vários browsers e plataformas

Fonte: ClicRBS

Nesta quarta-feira, a Adobe lançou uma ferramenta que promete ajudar desenvolvedores web a ver como fica o seu site em browsers e sistemas operacionais diferentes.

O BrowserLab está disponível na internet a usuários que tenham uma conta na Adobe (gratuita) e o Flash 10 instalado.

Na página da Adobe, os desenvolvedores podem conferir como o seu site fica em navegadores através de screenshots gerados em tempo real.

Os sites são visualizados no Firefox 2 e 3, em Windows XP e Mac.

No Internet Explorer, versões 6 e 7.

E no Safari 3 para Mac OS.

Não é informado se a ferramenta funciona para browsers em Linux.

Os navegadores Chrome e Opera não aparecem na lista de simulações.

Para visualizar a página em suas várias versões os usuários precisam fazer um cadastro no site da Adobe e digitar a URL no campo em que é solicitada.

Uma vez geradas, as imagens podem ser vistas individualmente (versão para um browser), lado a lado (versões de dois browsers comparadas) e sobrepostas em transparência (máximo de duas versões).

A ferramenta gera as imagens na resolução 4096 x 4096 pixels.

Segundo a desenvolvedora, a ferramenta, atualmente em preview gratuito, será lançada futuramente como um serviço pago.

O preço ainda não foi estipulado.

Outra opção boa e grátis, é esse: http://browsershots.org/

Uma coisa é certa não importa o site, ou Blog, Internet Explorer é uma coisa medonha, o 6.0 então é a coisa mais desastrosa que já inventaram.

Os 8 melhores CMS (content management system)

Confiram aqui a lista com os 8 melhores Sistemas CMS (content management system) para iniciar seu site e/ou Blog.

CMS é um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo – SGC, do inglês Content Management Systems – CMS.

Sistema gerenciador de websites, portais e intranets que integra ferramentas necessárias para criar, gerenciar (editar e inserir) conteúdo em tempo real, sem a necessidade de programação de uma linha de código sequer, cujo objetivo é estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação.

Sua maior característica é a grande quantidade de funções presentes para facilitar a vida dos usuários.

WordPress

CMS WordPress

CMS WordPress

Sites: http://br.wordpress.org/ e http://br.wordpress.org/

Dicas: http://bestwebgallery.com/ ,

Provavelmente o mais popular atualmente devido a sua leveza e flexibilidade para ser alterado. Mais que uma simples plataforma de blog, pode ser usado para diversos fins.

 

Prós:

* Interface simples e intuitiva, de fácil aprendizado;
* Comunidade bem grande e crescendo cada dia mais, com muita atividade e cooperação;
* Templates e plugins para praticamente todo tipo de uso disponiveis grauitamente;
* Possibilidade de ser usado como um portal, site de notícias, portfólio, showcase e diversas outras opções.

Contras:

* Algumas funções extras poderiam ser adicionadas;
* Sempre tem que se tomar cuidado com atualizações e bug-fixes, que saem muitissimas vezes.


Joomla

Logo do Joomla

Logo do Joomla

Sites: http://www.joomlaclube.com.br/ e http://www.joomlabrasil.org/
O Joomla começou como continuação do projeto Mambo.

Bastante completo mesmo no seu download básico e não necessita praticamente nenhum conhecimento em programação devido ao seu painel de administração bastante completo.

 

Prós:

* Comunidade bastante ampla (talvez uma das maiores);
* Templates de altíssimo nível disponíveis gratuitamente e alguns pagos;
* Milhares de plugins gratuitos e funções.

Contras:

* Demora um pouco para carregar;
* Consome bastantes recursos de acordo com o número de plugins e template usado;
* As vezes se torna muito complicado achar alguma função devido a quantidade existente no painel de administração.


Drupal

Logo do Drupal

Logo do Drupal

Links: http://drupal-br.org/ e http://groups.drupal.org
Site bastante usado em comunidades:  Escolas, projetos ou Intranets devido a sua capacidade de se tornar praticamente qualquer coisa.

Exemplo: Existe uma maneira de deixar o seu site Drupal similar ao funcionamento do Digg sem muitos passos.

 

 

Prós:

* Flexibilidade;
* Comunidade bastante ativa.

Contras:

* Falta de templates disponibilizados;
* Demora um bom tempo para se aprender a usar e ter 100% de aproveitamento;
* Não é tão seguro como muitos outros CMS.


Pligg

Logo do Pligg

Logo do Pligg

Site: http://www.pligg.com.br/
O Pligg evoluiu a partir do código fonte do Meneame.

Praticamente é uma plataforma de votação de sites similar ao Digg, porém com um pouco de modificação pode ser usado como qualquer tipo de site de artigos e tutoriais.

 

Prós:

* Bastante flexível;
* Simples de editar e aprender a usar.

Contras:

* Poucas funções.
* Muito dificil achar temas ou novos módulos.


Php Nuke

Logo do Php-nuke

Logo do Php-nuke

Links: http://www.phpnukebrasil.org/

Um dos mais antigos, senão o mais, Cms que existem até hoje em atividade.

Por ter tanto tempo de existência diversas funções foram aprimoradas e existem versões free ou pagas.
Com ele se torna bastante fácil criar um portal com todas suas funcionalidades, porém se deseja mexer com ele a fundo, exige conhecimento em PHP.

Prós:

* Pode se integrar com praticamente tudo existente em PHP;
* Comunidade enorme de usuários;
* Diversos módulos embutidos no pacote padrão.

Contras:

* Versão paga.
* Diversas falhas de programação.
* Não muito seguro.


Media Wiki

Logo do Media-wiki

Logo do Media-wiki

Link: http://www.mediawiki.org/

O sistema de CMS usado pela famosa Wikipédia.
Consiste praticamente em um sistema de Wiki, onde o usuário pode alterar o conteúdo e enviar novidades, não sendo obrigatório um redator e sendo extremamente colaborativo.
Diversas companhias usam o sistema para seus Faqs e Knowledge Bases.

 

Prós:

* Alta performance mesmo com grande quantidade de dados;
* Por ser usado pela wikipédia se torna intuitivo seu uso.

Contras:

* Contas de usuários são difíceis de gerenciar;
* Não muito seguro.


Xoops

Logo Xoops

Logo Xoops

Links: http://xoopscube.com.br/ e http://www.xoops.pr.gov.br/

Sistema que vem com sistema de downloads, fórum e notícias por padrão.

Bastante usado em sites que possuem diversos editores, por possuir gerenciamento de usuários bastante completo.

Também é bastante usado por desenvolvedores para usarem em seus projetos.

Prós:

  • Fácil de usar e instalar
  • Diversos módulos por padrão.

Contras:

  • Comunidade não dá muito suporte.
  • Algumas falhas de programação.

Typo 3

Logo typo3

Logo typo3

Links: http://typo3brasil.com/
Sistema em nivel industrial para o desenvolvedor mais sério.

Typo3 (não confundir com Typo) lhe deixa configurar e modificar praticamente todas suas funções e recursos diretamente do painel administrativo.

Com mais de 2000 extensões avaliáveis para download, lhe permite fazer praticamente qualquer coisa.

Prós:

* Praticamente todas as funções editáveis pelo painel administrativo.
* Grande quantidade de extensões disponíveis.

Contras:

* Algumas funções são bastante complexas de se modificar.

Esperamos com isso ter ajudado na sua busca por um CMS.

Origemhttp://bit.ly/yqPCg